quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Conto Inacabado 2#



Sentado em uma cafeteria, Dod pensava como a vida era insignificante, e o quanto aqueles seres não passavam da escoria do universo, afinal uma raça que não consegui cuidar de seu próprio planeta, jamais conseguiria viajar pra outro ou ate mesmo colonizar.

Sempre limitados a seu próprio umbigo dizendo que só havia vida nesse lugarzinho do tamanho de uma lua pequena.

Mas enfim, era sua missão e não cabia a ele discutir para onde ele deveria ir.

Enquanto pensava a respeito dos seres envolta, uma garçonete se aproximou e perguntou:

-Algum pedido?

-Quero entrar no proximo buraco negro, por favor

-O que? Não entendi senhor

Dod, percebera que tinha falado em voz alta seu desejo, e corrigiu.

-Não, obrigada estou bem.

-Temos um bolo delicioso de nozes e chocolate.

-Não, estou bem, obrigado.

-É que meu gerente reclama de clientes que ficam nas mesas sem consumir, o senhor poderia pedir um café, ou um pedaço de tor..

Dod, interrompeu garçonete e utilizando um de seus poderes olhou para menina e disse

-Eu estou bem, alias eu não estou aqui, e essa mesa esta reservada.

No mesmo instante a funcionaria, se virou epegou no balcão uma das placas escrito ‘’RESERVADO’’ e colocou bem na frente de dod, como se não tivesse ninguém la.

Dod, fez uma cara de alivio, e voltou aos seus pensamentos, mas não sem antes receber uma borrifada do produto utilizado pelas garçonetes para limpar as mesas.

-Por mil meteoros! Não é atoa que todos se irritam com os humanos, mesmo hipinotizados eles são inssuportaveis.

A garota terminou de limpar a mesa e deixou Dod em paz. Esses poderes não muitos comuns de onde ele viera, mas como a mente humana era fraca, se tornava questão de tempo até Dod, conseguir inserir sujestões em seus cerebros, por mais que não durasse mais que uma ou duas horas, era o tempo necessário, pra ele esperar pelo seu contato.





Ele estava ali a alguns minutos e j estava ficando impaciente, seu contato deveria ter aparecido, e os atrasos não eram comuns de seus companheiros, então quando ele decidiu se levantar viu um homem alto e pálido entrando na cafeteria com um ar de assustado, e cambaleando como s tivesse tomando uma pancada na cabeça, Dod observou enquanto ele se aproximava do balcão e olhava a procura de alguém, e então o homem olhou pra e imediatamente foi em sua direção. Dod não reconhecia aquele sujeito mas ficou firma em sua cadeira, o homem se sentou bruscamente e debruçou sobre a mesa inerte, Dod ficou assustado, os outro clientes começaram a perceber o comportamento estranho, após um 15 segundos o homem levantou a cabeça e olhou para Dod com um olhar perdido, como um cego de olhos abertos e disse.





-Não tenho muito tempo Dod.

-Dod, deu um pulo para trás assustado, o que fez com que a garçonete visse o sujeito a sua frente e viesse fazer seu serviço.

-Senhor, essa mesa está reservada, o senhor poderia sentar em outra, o homem com olha pedido apenas fez um sinal com a mão e no mesmo instante a garçonete se virou foi embora.

-O que foi isso! Exclamou Dod.

-Calma meu amigo, sou eu Clair, estou controlando essa mente pois não posso aparecer.

-Como você consegue isso?

-Depois de 2 anos nesse lugar, acabei conseguindo fazer mais do que apenas colocar ilusões em suas mente, ainda mais quando estão bêbados.

-Você precisa me ensinar isso.

-Sim, mas não hoje nem agora, preciso que você vá até um fazenda a alguns quilômetros daqui, siga na estrada norte, é a única para aquele lado.

-Ok

-Nos vemos là, não tente nenhuma comunicação até chegar lá.

O homem que estava sendo controlado voltou ao estado normal. Olhou para Dod e com um olhar confuso perguntou

-Onde estou?!

-Campinas, porque?

-Como assim eu estava na av. paulista.

-Dod, deu um sorriso e se levantou enquanto o homem ficava se perguntando como chegar ali.


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